terça-feira, janeiro 29, 2008

Agarrem-me senão eu faço e aconteço


1 comentário:

  1. Pois...
    Uma das análises que se pode realizar à questão da demissão de Corria de Campos é precisamente a pressão que o discurso de fim-de-ano de Cavaco Silva provocou nas hostes governamentais.
    Ora, se o deputado poeta (ou o poeta deputado, a ordem dos factores é arbitrária) bradou a sete ventos contra a política de saúde do seu governo socialista e se diz, agora, que faria ao contrário do que fez Cavaco Silva, só há uma conclusão: o ministro demissionário ainda estaria no governo.

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