terça-feira, janeiro 29, 2008

Agarrem-me senão eu faço e aconteço

1 Comments:

Blogger migas (miguel araújo) said...

Pois...
Uma das análises que se pode realizar à questão da demissão de Corria de Campos é precisamente a pressão que o discurso de fim-de-ano de Cavaco Silva provocou nas hostes governamentais.
Ora, se o deputado poeta (ou o poeta deputado, a ordem dos factores é arbitrária) bradou a sete ventos contra a política de saúde do seu governo socialista e se diz, agora, que faria ao contrário do que fez Cavaco Silva, só há uma conclusão: o ministro demissionário ainda estaria no governo.

quinta-feira, janeiro 31, 2008 12:02:00 da manhã  

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