sexta-feira, janeiro 21, 2011

Há sempre alternativa!

Porque voto Alegre? Pela garantia de Estado Social, direitos laborais e democracia. Como deputado votou contra o código laboral deste governo (tb votou contra todas as revisões da Constituição negociadas por PS/PSD), como Presidente vetaria esse diploma. FMI? Austeridade? Privatizações? Corte salários e pensões? Cortes sociais? Como Alegre disse na entrevista RTP1: "Há sempre alternativa!" Eu voto nessa alternativa!

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quarta-feira, março 18, 2009

Crise, tempo de grandes decisões

Vale a pena ler o editorial de Manuel Alegre na da OPS! lançada hoje: Crise, tempo de grandes decisões. Aliás, este número da OPS! parece ter bastantes artigos interessantes, a conferir aqui.

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terça-feira, janeiro 29, 2008

Agarrem-me senão eu faço e aconteço

sábado, novembro 24, 2007

A jarra


Vídeo [via Arrastão]: Manuel Alegre pede a palavra para fazer uma declaração no encerramento no Orçamento de Estado. O que diz o ex-candidato a Presidente da República que obteve mais de 1 milhão de votos? O que diz aquele que para muitos é simultâneamente a memória, consciência e esperança no futuro do Partido Socialista? Fala-nos de um problema de saúde, estará a falar do Serviço nacional de Saúde? Não, afinal só está com frio!

E já agora, depois do voto a favor no Orçamento, Manuel Alegre brinda-nos com mais um "a mim ninguém me cala... nem precisam porque eu não mordo":
Manuel Alegre absteve-se hoje em relação à proposta do BE de revogação dessa reestruturação, que inclui a transformação da empresa em Sociedade Anónima (S.A.), mas disse que «compreende e concorda no essencial com a proposta».

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quarta-feira, julho 25, 2007

Cão que ladra não morde

Manuel Alegre publicou hoje um artigo de opinião no Público contra o medo que se instalou no Partido Socialista. E diz mais, Manuel Alegre opõe-se a políticas do Governo, a saber: à "progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde"; ao regime do vínculo da Administração Pública; ao Estatuto dos Jornalistas; ao "precedente grave" do cruzamento de dados na função pública; à "tendência privatizadora" de "sectores estratégicos", como a electricidade, a água e o ensino superior.

Concordo com o que diz Manuel Alegre, mas a questão é: como votou e vota Manuel Alegre estas políticas no Parlamento? Exactamente do mesmo modo que os restantes deputados do PS.

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