quinta-feira, outubro 02, 2008

Os deputados do PS são maricas!?


O PS definiu que os deputados eleitos nas suas listas não podem votar de acordo com a sua consciência numa matéria que o próprio PS diz defender e que considera uma inconstitucionalidade por omissão, mas que não lhe dá jeito neste momento.

Vale a pena ler o artigo de artigo de Miguel Vale de Almeida no Público de hoje: Afinal quem é maricas?

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3 Comments:

Anonymous Democrata Cristão, obviamente said...

A questão é que a maioria dos deputados do PS não votaria favoravelmente, pelo que, creio, será forçoso dizer que são os próprios dirigentes do PS a não querer que assim seja.

Quanto ao PSD, o entendimento é simples, a liderança ( e os deputados) querem demonstrar pubcamente que são um partido de direita, votando nesse sentido(pensam eles) como se o voto a favor fosse um voto de esquerda.

Para além do mais, e isso é que o senhor já nao compreende, é que a própria comunidade gay apresentou muito mal as suas próprias intenções (bloco de esquerda incluido)

Aparentemente ainda nao vi ninguém discutir a questão de ser possível um contrato civil, o que os ditos homofóbicos contestam é tão somente a questão da designação. Porquê insistir na palavra casamento? Será descriminação não conceder os mesmos direitos ou não conceder as mesmas designações?

Porque raio a união de facto não se há de chamar casamento?
Porque raio é que as pessoas (ditas progressistas) acham que esta deve ser uma questão de consciência?
Achava o bloco de esquerda por acaso que a IVG é um caso de consciência?
Nada disso. É uma questão democrática. Os homosexuais tem direito e pronto!

sexta-feira, outubro 03, 2008 9:07:00 da tarde  
Blogger Bloco de Esquerda distrital de Aveiro said...

Este comentário foi removido pelo autor.

domingo, outubro 05, 2008 6:58:00 da tarde  
Blogger Nelson Peralta said...

Caro anónimo,

Quando os cidadãos são iguais tem direitos iguais, pelo que as leis que existem chegam para os cidadãos... não é preciso fazer leis dedicadas a determinado grupo de cidadãos.

Quando o direito ao casamento foi concedido aos escravos também lhe chamaram outra coisa: contubérnio...

Numa parte concordo com o comentário e já o disse: esta questão não se limita a ser uma questão de consciência.

domingo, outubro 05, 2008 7:00:00 da tarde  

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