quinta-feira, janeiro 01, 2009

A revolutionary way of life


«I am not interested in dry economic socialism. We are fighting against misery, but we are also fighting against alienation. One of the fundamental objectives of [socialism] is to remove interest, the factor of individual interest, and gain, from people's psychological motivations. Marx was preoccupied both with economic factors and with their repercussions on the spirit. If communism isn't interested in this too, it may be a method of distributing goods, but it will never be a revolutionary way of life.» - Che Guevara


Há precisamente 50 anos, cerca de 300 guerrilheiros depuseram Fulgêncio Baptista e o seu exército de 40 mil. Entretanto, os que ficaram por Habana esqueceram-se da Teoria da Alienação, e de muitas outras coisas: «A liberdade consiste em converter o Estado de órgão que está por cima da sociedade num órgão completamente subordinado a ela, ...»

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domingo, fevereiro 24, 2008

E a democracia ali tão perto

Martyn Turner, «The Irish Times» [Via Notas ao Café]

Raúl Castro (76 anos) sucede dinasticamente ao seu irmão Fidel Castro como Presidente de Cuba, em lista única e aclamado de pé.

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domingo, outubro 07, 2007

A estrada de tijolo amarelo


O Avante desta semana traz um texto sobre aquilo a que chama a «democracia exemplar» cubana. Cuba apresenta políticas louváveis, como por exemplo na área da saúde como já aqui defendi. Porém, chamar democracia exemplar a um sistema onde a oposição e a apresentação de alternativas é proibida, onde a liberdade de expressão é controlada, onde opositores políticos são presos ou exilados é pura cegueira ortodoxa. [Avante via Arrastão]

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quarta-feira, setembro 12, 2007

Saúde cubana

[imagem daqui]

Na sequência do documentário Sicko de Michael Moore, o jornal britânico The Guardian foi a Cuba conhecer as virtudes do Sistema Nacional de Saúde cubano. O artigo chama-se "Resultados do primeiro mundo com orçamento do terceiro mundo".

Por habitante, os Estados Unidos gastam mais 25 vezes do que Cuba com o Sistema Nacional de Saúde, isto apesar de na ilha o sistema ser universal e gratuito! A esperança média de vida em Cuba é superior à dos States e a mortalidade infantil é bastante mais reduzida em Cuba!

Tudo isto apesar do embargo e num país onde faltam medicamentos básicos. Porém, em Cuba existe um médico por cada 175 habitantes, ao passo que no Reino Unido são 435 para um. Outra diferença é a aposta em medicinas alternativas, mais baratas que as tradicionais drogas.

Por fim a questão que quanto a mim faz toda a diferença: «O problema com o SNS, dizem alguns, é que não se trata de um serviço nacional de saúde mas um serviço nacional de doença. O foco não é manter-nos bem, mas manter-nos vivos. As unidades de cuidados intensivos nos hospitais têm a prioridade na mente do público em acima da dieta e de campanhas de exercício».

Não se trata de julgar o regime - quanto a mim deplorável -, mas sim o seu SNS que funciona. Ponto.

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