domingo, dezembro 27, 2009

O que faz falta é ânimo e motivação

Uma forma elegante de dizer que diagnosticou um dos problemas, mas que não fará nada para o resolver: "A ministra da Saúde, Ana Jorge, está preocupada com a saída dos profissionais de saúde do sistema público para o privado e afirma que vai trabalhar para aumentar o ânimo e a motivação dos funcionários do Serviço Nacional de Saúde."

Já em tempos Correia de Campos disse no Hospital de Aveiro que um dos problemas do SNS era a possibilidade dos médicos acumularem funções no público e no privado.

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quarta-feira, janeiro 09, 2008

Queremos mentiras novas

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quinta-feira, janeiro 03, 2008

A voz do dono


Nos noticiários de hoje:
Num dias com notícias pesadas para o Governo tivemos na RTP um noticiário ligth! No estúdio estava o Ministro da Saúde para no final de cada notícia dar a "verdade". Correia de Campos mostrou-se exímio no jogo de cintura: questionado sobre os protestos em Anadia preferiu elogiar o feito de uma empresa privada na área da farmácia; questionado sobre o caso mortal de Aveiro respondeu que o Hospital referência de Anadia é o Hospital de Coimbra e não o de Aveiro; e considerou o caso de Peso da Régua uma situação de certa forma normal.

Que em cada dia esteja o respectivo ministro para, sozinho e com liberdade de fugir às questões colocadas, nos transmitir a verdade.

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quarta-feira, novembro 21, 2007

Grandes momentos de gestão

Pelo 31 da Armada e pela Revista Atlântico chego a esta notícia de investigação do Rádio Clube Português:
O ministério da Educação contratou duas vezes o mesmo advogado para fazer o mesmo trabalho.

No primeiro contrato, o advogado João Pedroso comprometia-se a fazer um levantamento das leis sobre a Educação e ainda a elaborar um manual de direito da Educação. O trabalho deveria estar concluído até Maio de 2006, mas tal não aconteceu. Apesar de não ter sido concluído nos prazos previstos, o advogado recebeu a remuneração.

Ainda assim,o ministério fez depois com João Pedroso um novo contrato com os mesmos objectivos, mas a pagar uma remuneração muito mais elevada. Em vez dos iniciais 1500 euros por mês, João Pedroso passou a receber 20 mil euros/mês.

Perante estes factos, o ministério da Educação justifica-se dizendo que os objectivos do primeiro contrato não foram cumpridos por erro de avaliação. O secretário-geral do ministério assume as responsabilidades da tutela. Ao Rádio Clube, João da Silva Baptista diz que o ministério não soube avaliar o volume de trabalho que entregou à equipa liderada por João Pedroso da primeira vez.

Por causa do erro de avaliação, o ministério da Educação acabou por ficar sem possibilidade de exigir a João Pedroso para acabar o trabalho pelo qual foi pago e decidiu por isso pagar mais e renovar o contrato.

João Pedroso, contactado pelo Rádio Clube, recusou comentar os contratos que assinou com o ministério da Educação, remetendo todos os esclarecimentos para o Governo.

O referido advogado é deputado municipal do PS em Aveiro.

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