quarta-feira, outubro 14, 2009

Guerra é paz


O prémio Nobel da Paz, Barack Obama, vai mandar mais 13 mil militares para o Afeganistão adicionar ao envio de 21 mil já anunciado em Março...

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segunda-feira, dezembro 29, 2008

A construção de uma nova normalidade


O conceito de "terrorismo" deslocou-se de um significado que definia o tipo de actos praticados para um novo significado que define os actos consoante os seus autores. Temos portanto uma abordagem literal que foi gradualmente substituída por uma abordagem propagandística que agora se assume como a nova normalidade.

Os tempos que correm corroboram a actualidade do artigo de Noam Chomsky escrito em 1991: «International Terrorism: Image and Reality».

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quarta-feira, setembro 17, 2008

Marx só precisava de um relações públicas


Nacionalizar não, "assumir o controlo"!

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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Globalização para totós 2.0


Designa-se antiglobalização aquele que luta por uma globalização alternativa à existente.

O capitalismo apropriou-se da própria linguagem e designa como opositores do fenónemo - antiglobalistas - aqueles que, com uma enorme carga histórica, defendem a globalização social. Ao mesmo tempo a linguagem do sistema não tem qualquer pejo em nos apresentar os nacionalistas, proteccionistas, anti-migrações e promotores de guerras entre Estados como os defensores da globalização.

Historicamente a esquerda, concretamente a não alinhada com a experiência soviética, sempre se bateu pela globalização, ou usando outro vocábulo pelo internacionalismo. Como Marx escreveu, «os operários não tem pátria». Marx, Trotsky e mesmo Lenine sempre teorizaram que o socialismo é impossível num só país e que o seu sucesso só seria possível com outras revoluções proletárias a nível global.

De facto, um operário português e um operário sul coreano tem mais em comum entre si ou com as elites do seu respectivo país? Então de que lhes serve a globalização assente na guerra permanente e na substituição da democracia pelo Mercado? E porque raio é que na linguagem do regime eu sou anti-globalização?

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quinta-feira, janeiro 03, 2008

A "reestruturação" do serviço nacional de saúde


Notícia na edição de hoje do Diário de Aveiro:
Hospital de Aveiro: Serviço de Urgência em «ruptura completa»
As Urgências do Hospital de Aveiro não conseguiram ontem dar resposta ao súbito aumento da afluência ao serviço. Para além dos atrasos no atendimento, estará de volta o perigo das infecções hospitalares, devido ao aumento do número de camas nas enfermarias
(...)
O súbito aumento da afluência poderá estar relacionado com o fecho de serviços de Urgências da região, como Anadia. Luís Delgado, director do estabelecimento de saúde, não se encontrava no hospital e não quis prestar qualquer esclarecimento, remetendo uma possível declaração para Lurdes Sá, directora clínica, com quem não foi possível chegar à fala até ao fecho desta edição.


E no Notícias de Aveiro:
(...) morte de uma idosa enquanto aguardava na maca atendimento na urgência, quarta-feira ao final da tarde.
A utente esteve quatro horas no serviço, onde deu entrada no hospital cerca das 13:00. A indicação dada aquando da triagem, de uma urgência intermédia, implicaria o seu atendimento no prazo de uma hora.

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